Super 8: Wall E
Por queiroz2511 - 3 de junho de 2009. Categorias: Mona POP.
Eu sou o Queiroz e escrevo no blog http://escritosmalditos.blogspot.com/ e no site de Mariana Bonfim: http://movieyou.com.br/voce , e hoje no Super 8 venho falar da obra prima da animação Wall E.
“O Homem bicentenário” e “A.I.” são sobre robôs que querem ser reconhecidos como seres humanos. Já na obra dirigida e roteirizada por Andrew Stanton, os robôs Wall-E e Eva aceitam de bom grado suas prioridades, mas podem dar uma paradinha para dar uma paquerada, enquanto os seres humanos abandonaram o lixão que se tornou o planeta Terra para viver numa nave espacial, de forma sedentária cativando corpos rechonchudos diante de suas telas, não olhando para os lados.
Talvez soasse por demais antipático criticar por assim dizer a parcela nerd rechonchuda que vai assistir a esse filme, entretanto Andrew Stanton morde mas assopra de forma bem convincente fazendo n referencias as paixões nerds como o n.°5 de Um robô em curto circuito, Jornada nas Estrelas, e até 2001 do Kubrick.
Sobre os dados técnicos, um primor a fotografia do filme, e o que mais me cativou foram as cenas em que eles ficavam no escuro, fazendo em belo contraste dos olhos luminosos de Eva. Realmente sensacional. O filme acaba sendo um retrato bem humorado da atualidade, abordando a poluição e a moda do sedentarismo, e o romance dos robozinhos vai fazer os filhos perguntarem o mesmo que um garotinho na sessão que eu fui: “Tá chorando pai?”. Pois é, em tempos em que vemos filmes sobre máquinas que demonstram ter valores esquecidos pelas pessoas, não será difícil que daqui a alguns anos a gente acredite com 100% de certeza que o amor não é humano.
Queiroz
3 de junho de 2009 às 20:38
Este filme é o melhor filme de animação que eu já vi, e olha que eu achei que seria difícil eu achar um melhor que Monstros SA e Procurando Nemo.
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3 de junho de 2009 às 20:46
E Wall-E é um putza filme de amor. Daqueles de levar namorada(o) e ficarem juntinhos o filme todo, e saírem dali para namorar e se chamando um ao outro por “wall-eeeeeeeeeeeeeee” e “evaaaaaaaaaaaaaaaaa”.
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3 de junho de 2009 às 21:49
Eu tenho fobia de barata. Sério mesmo. É incontrolável e absolutamente irracional. Toda vez que aquele treco aparecia, eu me desorientava.
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3 de junho de 2009 às 21:55
Com efeito, um filme que agrada a adultos e crianças, cheio de referências a produções anteriores da Pixar, em seus indefectiveis “easter eggs”. Pixarmaníacos se deleitaram encontrando elementos de Toy Story, Carros e outros tantos, como já está documentado nos sites destas figuras (http://www.slashfilm.com/2008/06/27/wall-e-easter-eggs/). Particularmente eu achei divertida até mesmo a escolha de Hello Dolly como o musical da vez.
PS: A baratinha é uma graça…
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3 de junho de 2009 às 22:37
Só pelo fato de ter sido o primeiro filme e a primeira vez que eu e meu amor nos beijamos…Já valeu.
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4 de junho de 2009 às 1:34
Pô generalizou que nerd é sedentário e gordo!!! X(
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5 de junho de 2009 às 0:49
@ Fredhy
Só os bons.rsrs.
@ Marcia Andrenato
Realmente deve ter sido um problema para alguns casais, a baratinha. Mas, sei lá, é que nem os ratos em certos filmes, se tornam fofos sabe.rsrs.
@ Sem noção
Eu li e ouvi, análises do quanto o filme era ou não para adultos. E assim, a parte inicial sem palavras, eu na sessão que fui, ouvi muita risadinha de criança se divertindo com o Wall E, doidos para levarem ele para casa. Se alguem lembra, Pantera Cor de Rosa e Tom e Jerry foram divertidos um dia, exatamente por serem desenhos mais consetrados na riqueza das imagens, dispensando palavras. Eu vi os créditos todos me divertindo com o robô.
@ Kosmidis
Aeee Kosmidis, mandando ver.
Mas, foi antes ou depois da baratinha? rsrs
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